
[Quase dois anos sem um post, hein?! Bem, vamos ver se, dessa vez, eu pego gosto pela coisa de novo. Tem muita casa pra arrumar por aqui.]
Bem, uma amiga enviou um i-meiou me fez pensar sobre um assunto que é muito pertinente no Recife: o chamado cu doce. Foi baseado nesse post aqui, no site Casal Sem Vergonha:
http://www.casalsemvergonha.com.br/2012/03/22/metendo-o-pau-no-cu-doce
Então, leiam o post e depois vejam meu pensamento a respeito. Vão, eu espero.
...
E aí? Leram? Ok.
Em determinado momento, ela usa a frase "...eu sou doce, mas não faço doce."
Epic win.
É notório que eu sou uma das pessoas mais fáceis do mundo. Quem me conhece sabe disso. Acho uma maravilha quando mulher dá em cima. Não acho que isso a torne puta, acho que mostra atitude, qualidade que eu admiro nas pessoas. Obviamente, não é sair pegando todo mundo, isso é - em bom pernambuquês - raparigagem. A não ser que você QUEIRA todo mundo. Aí, né? Cada um com seus padrões de atração, quem sou eu pra condenar o seu [mau-]gosto??
Mas até eu, me divirto com o jogo da paquera [nossa, "jogo da paquera"! Sou uma sexóloga de 58 anos!]. Mas uma coisa é fazer doce, outra é fazer charme. Até pq, muitas vezes, vc precisa saber se aquele/aquela gatinh@ não é uma privada de ouro [brilha, mas só tem merda dentro]. Aí vc precisa ficar naquela conversa, aquele vai-e-vem de informações pra, depois - quem sabe? - ter outro tipo de vai-e-vem. E, cá pra nós, todo mundo gosta de se sentir valorizado pelo interesse de outrem, não? No entanto, existem limites. Ninguém aguenta enrolação demais. O interesse desaparece.
Então, não cair dentro logo de cara não é sinônimo de fazer doce. Mas não se jogar at all quando o que você mais quer é pressionar seu corpo contra aquele outro, aí é demais. Não dá. Em todos os sentidos.
Wasted by Tiago 10:29 PM